Perfil – Lízia Lucas Monteiro

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Lízia e a prole linda: Gabriel, Vitória e Theo.

Mês de maio também é o mês delas, figuras tão importantes na vida de todos nós: as mães. E para homenageá-las, escolhemos a parceira mor, que também é mãe da Rabispixa pois participou da gestação, da criação, do nascimento e acompanha de pertinho o desenvolvimento desse filhote tão querido. Nosso reconhecimento pelo seu talento e dedicação à marca, pela amizade de mais de 30 anos, e pelo exemplo de mãe, mulher e ser humano. Ela é a Lizia Lucas Monteiro, designer e ilustradora formada em Belas Artes, mãe do Gabriel (17), da Vitória (11) e do Theo (6), que além de super parceira talentosa ainda é uma figura muito querida e divertida. Olha que delicia de entrevista!

RABISPIXA: Como foi seu caminho até a ilustração?
LÍZIA: Não teve um camiiiiiiiiinho assim planejado não. A gente vai indo , vai indo, quando vê já foi. Na verdade eu já estava a algum tempo querendo fazer algo pra crianças. Só no querendo…. e sempre que encontrava a Denise (amiga e hoje dona da Rabispixa) aquele mesmo papo: Vamos fazer algo juntas… bla bla bla…
Um dia a conjunção dos astros estava propícia e aí pronto. Saiu do papel direto para as roupinhas.

RABISPIXA: Como foi o processo com a Rabispixa? Criação da marca e do nome e tudo mais…
LÍZIA: Affff !!! Foi meu parto mais difícil com certeza! Listas intermináveis de nomes até chegarmos no “ QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA COME PÃO COM LAGARTIXA “
Depois que achamos isso, não tivemos mais dúvida. Foi de vento em popa. Todo o resto foi fluindo. Uma curtição, uma delícia!

RABISPIXA: O traço que vc usa na Rabispixa já existia ou vc criou/ aperfeiçoou pra marca?
LÍZIA:Criei especificamente para Rabispixa. Marca registrada! Exclusivo! Muito chique né?

RABISPIXA: O que vc mais gosta no trabalho com a Rabispixa?
LÍZIA: Gosto de trazer de volta histórias esquecidas, parlendas , cantigas, trava línguas, aquelas que ninguém lembrava mais. Remexer no baú da memória das pessoas é muito legal! E a proposta da Rabispixa de contribuir para o incentivo a leitura é tudo de bom!

RABISPIXA: Vc lia muito pros seus filhos?
LÍZIA: Sempre. Sempre li pra todos eles , ainda leio todos os dias para o menor e todos os sábados conto histórias para aproximadamente 10 crianças num grupo de evangelização infantil.

RABISPIXA: Hj eles tem o habito da leitura?
LÍZIA: Bem, o menor está aprendendo a ler agora , mas não dorme antes de uma historinha, a Vitória já está até escrevendo um livro. E o mais velho está na fase do ENEM o que não deixa sobrar tempo pra hábito nenhum. Mas com certeza a semente já está plantada em todos os três.
O hábito vem com o tempo , com o amadurecimento e com o exemplo. Eu e meu marido lemos bastante.

RABISPIXA: Qual a importância de contar e ler histórias durante a infância?
LÍZIA: Penso que o maior benefício é o estímulo da criatividade.

Para Lízia e todas as mães: um FELIZ dia!

Perfil – Giovana Olivieri

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A nossa entrevista deste mês é com a Giovana Olivieri – comunicóloga, arte-educadora e contadora de histórias. E ela usa alguns de nossas almofadas e naninhas para espalhar as historias mais legais por aí. Ela transformou um trabalho voluntário em seu propósito de vida, e isso, claro, mudou sua vida toda! Aqui ela conta pra nós um pouquinho desse caminho tão bacana que ela está percorrendo.

1- Você é contadora de histórias voluntária em hospitais. Conta para a gente por que você fez essa escolha?
Na época que o projeto chegava ao Rio eu estava com vários trabalhos que envolviam crianças (quando ainda atuava como jornalista). Conheci a Regina Porto, que trouxe a ideia para cá e ficou responsável pela Associação Viva e Deixe Viver. Quando ela me contou como era o trabalho e o treinamento, topei imediatamente! 

2- Que tipo de pacientes você atende? E como é a reação deles?
São crianças, de várias idades, internadas em hospitais públicos e privados. Elas amam a nossa visita! Muitas vezes, os responsáveis ficam na porta dos quartos ou das enfermarias nos esperando chegar.

3 – Especialmente as crianças ficam muito vulneráveis nos hospitais, como as histórias podem ajudá-las?
Quando eles ouvem uma história, além de serem “levados para fora” daquele lugar, eles voltam a ser crianças. É o momento em que é possível ser, viver e sentir o que a imaginação mandar.

4 – Vc também conta histórias em escolas e eventos. Qual a importância das histórias na formação dos pequenos?
Sim. Hoje, a palavra é a minha profissão. Acredito que uma Roda de Histórias é algo revolucionário. Ali, trocamos sensações e sentimentos. Temos tempo para ouvir e ser ouvido. Acho de extrema importância para a comunicação e a expressão dos pequenos. É nisso que eu trabalho!

5 – Hoje você só trabalha com contação de histórias?
Sim. Não a contação em si. Mas com a linguagem. Contar histórias é a minha ferramenta de trabalho, e serve para incentivar a comunicação e a expressão das crianças.

6 – O que você fazia antes? E por que decidiu mudar?
Eu já trabalhava com linguagem. Minha formação é em comunicação social. Decidi mudar porque queria mais tempo com a minha filha e o jornalismo não estava me permitindo.

7 – A Rabispixa se inspira nas histórias infantis para desenvolver suas roupas, almofadas e tapetes. Como vc vê essa iniciativa? Como mãe, acho incrível poder encontrar roupas para crianças serem crianças. Confortáveis e com algo mais, com significado. Como contadora de histórias, acho o máximo poder ver que os contos , tão belos e antigos, ainda podem estar na moda.

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8 de março: FELIZ DIA!

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“Mulher, mulher…

Do barro de que você foi gerada

Me veio inspiração

Pra decantar você nessa canção.” (Erasmo Carlos)

Dia 8 de março é sempre um dia para se comemorar! Tantas conquistas! E a principal é apenas ser MULHER e do nosso jeito contribuir para a construção de um mundo melhor!  O ultimo editorial da Revista Sorria, Roberta Faria, diretora executiva, fala de sua primeira entrevista de emprego, quando mãe de uma garotinha e sem muitas qualificações foi escolhida dentre tantos: “Você dá conta de uma criança sem estrutura nenhuma e ainda passa delineador antes de sair de casa.” Ser mulher é essa FORÇA cheia de DAR-SE como canta a canção!

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER!

E para quem quiser curtir um pouco mais a musica. Clique aqui!