ALICE

De volta ao cinema, e à nossa coleção.

Chega aos cinemas mais uma aventura de Alice, a menina que caiu num buraco ao perseguir um Coelho falante, volta ao País das Maravilhas para ajudar seu amigo Chapeleiro Maluco. Reencontra amigos, rivais e todo aquele mundo fabuloso. Terá novos desafios, mas sempre corajosa, ela vai enfrentar até o Tempo! Não perca essa aventura colorida, divertida e perigosa.

Aqui na Rabispixa nossa Alice te convida para um delicioso chá com seus amigos e você pode ajudar a servir!

Chapeuzinho Vermelho & Lobo Mau

13162481_1332105556805842_1811148357_nA história dos irmãos Grimm todo mundo conhece, não é mesmo? Mas você sabia que as musiquinhas que fazem a trilha sonora dessa fábula aqui no Brasil são de um compositor brasileiro? Foi Carlos Alberto Ferreira Braga, o Braguinha. Apaixonado pelas histórias infantis ele musicou este e outros contos como Os três porquinhos e Festa no Céu. E ainda dublou filmes de animação clássicos como a Branca de Neve, Dumbo e Pinóquio. Ah! Ele também compôs diversas marchinhas de carnaval que, com certeza, você conhece… mas isso é outra história.

Sucesso absoluto, a Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau estão de volta à nossa coleção em novos modelos, estampas e brincadeiras! Agora, com mangas raglan super charmosas, podemos salvar a vovó de dentro da barriga do lobo ou descobrir o vilão debaixo das cobertas. Vem aqui na nossa loja virtual ver que bacana!

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Perfil – Lízia Lucas Monteiro

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Lízia e a prole linda: Gabriel, Vitória e Theo.

Mês de maio também é o mês delas, figuras tão importantes na vida de todos nós: as mães. E para homenageá-las, escolhemos a parceira mor, que também é mãe da Rabispixa pois participou da gestação, da criação, do nascimento e acompanha de pertinho o desenvolvimento desse filhote tão querido. Nosso reconhecimento pelo seu talento e dedicação à marca, pela amizade de mais de 30 anos, e pelo exemplo de mãe, mulher e ser humano. Ela é a Lizia Lucas Monteiro, designer e ilustradora formada em Belas Artes, mãe do Gabriel (17), da Vitória (11) e do Theo (6), que além de super parceira talentosa ainda é uma figura muito querida e divertida. Olha que delicia de entrevista!

RABISPIXA: Como foi seu caminho até a ilustração?
LÍZIA: Não teve um camiiiiiiiiinho assim planejado não. A gente vai indo , vai indo, quando vê já foi. Na verdade eu já estava a algum tempo querendo fazer algo pra crianças. Só no querendo…. e sempre que encontrava a Denise (amiga e hoje dona da Rabispixa) aquele mesmo papo: Vamos fazer algo juntas… bla bla bla…
Um dia a conjunção dos astros estava propícia e aí pronto. Saiu do papel direto para as roupinhas.

RABISPIXA: Como foi o processo com a Rabispixa? Criação da marca e do nome e tudo mais…
LÍZIA: Affff !!! Foi meu parto mais difícil com certeza! Listas intermináveis de nomes até chegarmos no “ QUEM COCHICHA O RABO ESPICHA COME PÃO COM LAGARTIXA “
Depois que achamos isso, não tivemos mais dúvida. Foi de vento em popa. Todo o resto foi fluindo. Uma curtição, uma delícia!

RABISPIXA: O traço que vc usa na Rabispixa já existia ou vc criou/ aperfeiçoou pra marca?
LÍZIA:Criei especificamente para Rabispixa. Marca registrada! Exclusivo! Muito chique né?

RABISPIXA: O que vc mais gosta no trabalho com a Rabispixa?
LÍZIA: Gosto de trazer de volta histórias esquecidas, parlendas , cantigas, trava línguas, aquelas que ninguém lembrava mais. Remexer no baú da memória das pessoas é muito legal! E a proposta da Rabispixa de contribuir para o incentivo a leitura é tudo de bom!

RABISPIXA: Vc lia muito pros seus filhos?
LÍZIA: Sempre. Sempre li pra todos eles , ainda leio todos os dias para o menor e todos os sábados conto histórias para aproximadamente 10 crianças num grupo de evangelização infantil.

RABISPIXA: Hj eles tem o habito da leitura?
LÍZIA: Bem, o menor está aprendendo a ler agora , mas não dorme antes de uma historinha, a Vitória já está até escrevendo um livro. E o mais velho está na fase do ENEM o que não deixa sobrar tempo pra hábito nenhum. Mas com certeza a semente já está plantada em todos os três.
O hábito vem com o tempo , com o amadurecimento e com o exemplo. Eu e meu marido lemos bastante.

RABISPIXA: Qual a importância de contar e ler histórias durante a infância?
LÍZIA: Penso que o maior benefício é o estímulo da criatividade.

Para Lízia e todas as mães: um FELIZ dia!

FELIZ DIA DAS MÃES

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Mamães, seu dia está chegando! E para homenagear você trouxemos essa linda cantiga, que também é estampa da nossa nova coleção! Dedicamos a todas as mães que ladrilham as estradas das nossas vidas com pedras de brilhantes e possuem um “Querer bem” tão imenso que rouba carinhosamente nossos corações! Amor de mãe dá saudade, tem cheiro de perfume de rosa e preenche nossas vidas como um abraço apertado e aconchegante. A todas aquelas que estão conosco, que já se foram, que são vó/mães, tias/mães e a todas aquelas mulheres que transbordam amor em sua maternagem:

FELIZ DIA DAS MÃES!

SE ESSA RUA FOSSE MINHA

Se essa rua
Se essa rua fosse minha
Eu mandava
Eu mandava ladrilhar
Com pedrinhas
Com pedrinhas de brilhante
Para o meu
Para o meu amor passar

Nessa rua
Nessa rua tem um bosque
Que se chama
Que se chama solidão
Dentro dele
Dentro dele mora um anjo
Que roubou
Que roubou meu coração

Se eu roubei
Se eu roubei teu coração
Tu roubaste
Tu roubaste o meu também
Se eu roubei
Se eu roubei teu coração
É porque
É porque te quero bem

Aniversário de Brasília

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56 aninhos vividos intensamente! A cidade que nasceu pra ser capital e até virou patrimonio histórico pela UNESCO foi idealizada, planejada, desejada muito tempo antes. Quer ver?

-Em 1761, o Marquês de Pombal, que era Primeiro Ministro de Portugal, queria mudar a capital do então Império Português para o interior do Brasil Colônia.

-Em 1823, José Bonifácio, patriarca da Indenpendência, foi a primeira pessoa a chamar a futura capital do país de “Brasília”

-Em 1891, a primeira constituição republicana previa a mudança da capital federal do Rio de Janeiro para o interior do país.

-No centenário da Independência, 1922, foi colocada a pedra fundamental da futura cidade no Planalto Central, no Morro do Centenário, na Serra da Independência.

-Finalmente em 21 de abril de 1960 o presidente Juscelino Kubitschek transferiu a capital e simbolicamente fechou os portões do Palácio do Catete no Rio de Janeiro.

images (4)Curiosidade: sabia que a planta piloto da cidade projetada por Lucio Costa tem o formato de um avião? Mas há quem diga que é uma borboleta… 😉

PARABÉNS BRASÍLIA!

Dia do Índio

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O Dia do Indio, dia 19 de abril, foi instituído no Brasil pelo presidente Getulio Vargas em 1943 pouco depois que foi realizado no México o I Congresso Indígena da América Latina. Tinha como objetivo de divulgar a cultura indígena e incentivar a criação de leis que protegessem esses povos tão importantes na formação do continente americano. A data desde então celebra as tradições, a cultura e a beleza desses povos que fazem parte da nossa história e tanto nos ensinam e nos inspiram! Você sabia que muitas palavras que usamos no cotidiano são de origem indígena?

Vejam só quantas: arara, capim, catapora, cipó, cuia, cumbuca, cupim, jabuti, jacaré, jibóia, jururu, mandioca, mingau, minhoca, paçoca, peteca, pindaíba, pipoca, preá, sarará, tamanduá, tapera, taquara, toca, traíra, xará… Quem pode dizer ainda mais?

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Dessa inspiração veio a nossa camiseta dos indiozinhos em verde e amarelo! Aqueles 10 indiozinhos que, como a cantiga, “estavam num bote pelo rio abaixo quando…” cuidado com o jacaréeee!

Dia dos Bobos

Pinoquio FACEHoje é dia 5 de abril. Ahaaa!! “Enganei o bobo, na casca do ovo!” rs

Quem nunca brincou ou caiu nessa brincadeira? Mas você sabe de onde veio isso? Por que o 1º de abril é o dia de pregar mentiras? A gente te conta agora.

Há muito tempo atrás, na França o ano novo era comemorado no inicio da primavera e durava uma semana, do dia 25 de março até dia 1º de abril. No século nove foi instituído o calendário gregoriano, que transferia o ano novo para o dia 1º de janeiro. Alguns franceses não gostaram dessa mudança e continuaram a comemorar o ano novo no calendário antigo. Eles acabaram sendo alvo dos gozadores que marcavam festas de mentira em lugares inexistentes sempre no dia 1º de abril. O dia também e conhecido como Dia dos Bobos.

E mentira além de perna curta tem muitas histórias! Por exemplo advinha quem é o mentiroso mais conhecido?! Pinóquio, com seu looooongo nariz! Nessa história a gente sabe bem os efeitos negativos e perigosos da mentira. Mas hoje pode, ok? Afinal hoje é…1º de abril!!!”

E claro que a Rabispixa já contou essa histórinha… Olha aqui a nossa camiseta!

Perfil – Giovana Olivieri

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A nossa entrevista deste mês é com a Giovana Olivieri – comunicóloga, arte-educadora e contadora de histórias. E ela usa alguns de nossas almofadas e naninhas para espalhar as historias mais legais por aí. Ela transformou um trabalho voluntário em seu propósito de vida, e isso, claro, mudou sua vida toda! Aqui ela conta pra nós um pouquinho desse caminho tão bacana que ela está percorrendo.

1- Você é contadora de histórias voluntária em hospitais. Conta para a gente por que você fez essa escolha?
Na época que o projeto chegava ao Rio eu estava com vários trabalhos que envolviam crianças (quando ainda atuava como jornalista). Conheci a Regina Porto, que trouxe a ideia para cá e ficou responsável pela Associação Viva e Deixe Viver. Quando ela me contou como era o trabalho e o treinamento, topei imediatamente! 

2- Que tipo de pacientes você atende? E como é a reação deles?
São crianças, de várias idades, internadas em hospitais públicos e privados. Elas amam a nossa visita! Muitas vezes, os responsáveis ficam na porta dos quartos ou das enfermarias nos esperando chegar.

3 – Especialmente as crianças ficam muito vulneráveis nos hospitais, como as histórias podem ajudá-las?
Quando eles ouvem uma história, além de serem “levados para fora” daquele lugar, eles voltam a ser crianças. É o momento em que é possível ser, viver e sentir o que a imaginação mandar.

4 – Vc também conta histórias em escolas e eventos. Qual a importância das histórias na formação dos pequenos?
Sim. Hoje, a palavra é a minha profissão. Acredito que uma Roda de Histórias é algo revolucionário. Ali, trocamos sensações e sentimentos. Temos tempo para ouvir e ser ouvido. Acho de extrema importância para a comunicação e a expressão dos pequenos. É nisso que eu trabalho!

5 – Hoje você só trabalha com contação de histórias?
Sim. Não a contação em si. Mas com a linguagem. Contar histórias é a minha ferramenta de trabalho, e serve para incentivar a comunicação e a expressão das crianças.

6 – O que você fazia antes? E por que decidiu mudar?
Eu já trabalhava com linguagem. Minha formação é em comunicação social. Decidi mudar porque queria mais tempo com a minha filha e o jornalismo não estava me permitindo.

7 – A Rabispixa se inspira nas histórias infantis para desenvolver suas roupas, almofadas e tapetes. Como vc vê essa iniciativa? Como mãe, acho incrível poder encontrar roupas para crianças serem crianças. Confortáveis e com algo mais, com significado. Como contadora de histórias, acho o máximo poder ver que os contos , tão belos e antigos, ainda podem estar na moda.

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